Meta linguagem
Em função alheia
Corre pelo verso
Vira poesia
E meia
Escorrendo sal
Saliva abaixo
Essa água na boca
Que gera
Verso
Inverso
Universo
Esse tema de amor
Que nunca acabe
Pois na língua
A meta
É ser poesia
Com um pouquinho
De vadiagem.
6.29.2009
6.20.2009
6.01.2009
5.18.2009
Me pego
Meio insano
De pura sandice
E creio
Crendo firme
Só por tocar
Só por beijar
Só por sentir...
Se não fosse isso:
Esse desejo que pega,
Essa paixão que insiste.
Creia,
Louco
De querer,
Diria que
Você não existe.
Mas é fato
Está aqui do meu lado
A cada instante
Mesmo de longe
Nessa doce doideira
Eu, marginal bem feito
A roubar amor
Da sua carteira.
Meio insano
De pura sandice
E creio
Crendo firme
Só por tocar
Só por beijar
Só por sentir...
Se não fosse isso:
Esse desejo que pega,
Essa paixão que insiste.
Creia,
Louco
De querer,
Diria que
Você não existe.
Mas é fato
Está aqui do meu lado
A cada instante
Mesmo de longe
Nessa doce doideira
Eu, marginal bem feito
A roubar amor
Da sua carteira.
5.09.2009
O AZUL E A MALABARISTA
(para a Malabarista de Palavras)
Enluarada, um tanto enrolada
Mas de um jeito que nunca vi
Faz malabares as pencas
Pega palavra de lá, arranca outras dali
Tem feição de boneca
Mistura de som com luz
Teima em me deixar vermelho
Eu que primo por ser blue
Mas não tem nada não
Há de ter uma maneira, algum sabor
De juntar as palavras dela
Rimando com a minha cor
Nessa hora doces versos entram na lista
Rodopiando na ponta da língua
Eu poeta, baiano e azul
Ela colorida malabarista.
Enluarada, um tanto enrolada
Mas de um jeito que nunca vi
Faz malabares as pencas
Pega palavra de lá, arranca outras dali
Tem feição de boneca
Mistura de som com luz
Teima em me deixar vermelho
Eu que primo por ser blue
Mas não tem nada não
Há de ter uma maneira, algum sabor
De juntar as palavras dela
Rimando com a minha cor
Nessa hora doces versos entram na lista
Rodopiando na ponta da língua
Eu poeta, baiano e azul
Ela colorida malabarista.
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