I
Mostra os olhos claros
Apresenta as mão limpíssimas
E suja a boca na minha.
II
Contra o sol
Desenho pantomimas
No seu corpo.
8.23.2009
8.11.2009
PENUMBRA
O tempo que toma conta
E mata a fera da dor
(ou acalma)
Encarrega-se de ensinar
O caminho até o silêncio...
Ou, ao menos, iluminar a paisagem
Ante a hipótese do grito.
E mata a fera da dor
(ou acalma)
Encarrega-se de ensinar
O caminho até o silêncio...
Ou, ao menos, iluminar a paisagem
Ante a hipótese do grito.
7.08.2009
NOITE SEM ELA
Noite sem ela
É mar sem sol
Chuva no teto em dia de trabalho
É meio ficar quieto
Enquanto me embaralho
Fazer arte sem sentido
Música que se cala
Poema bem no meio perdido
Nos olhos da minha fala.
A falta tira o sal
Feito sabor de estrela
Sem espaço sideral
Peixe voando sem vento
Rosto do rosto no tempo
Saudade que mancha
A goiabeira do quintal
Noite sem ela
É tristeza sem encontro
A menos que me beije
Um doce beijo molhado
Que sonharei ser sonho.
É mar sem sol
Chuva no teto em dia de trabalho
É meio ficar quieto
Enquanto me embaralho
Fazer arte sem sentido
Música que se cala
Poema bem no meio perdido
Nos olhos da minha fala.
A falta tira o sal
Feito sabor de estrela
Sem espaço sideral
Peixe voando sem vento
Rosto do rosto no tempo
Saudade que mancha
A goiabeira do quintal
Noite sem ela
É tristeza sem encontro
A menos que me beije
Um doce beijo molhado
Que sonharei ser sonho.
6.29.2009
6.20.2009
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