O pássaro pia
Piu-piu
E passa raio
Por dentro
Da dor
Que expira.
1.25.2011
11.18.2010
DEIXA
Se você deixar,
Já que tenho a chave de casa,
Voltarei sem dar aviso
Nem hora marcada
Chegarei entre a noite
E a delícia da madrugada,
Onde sei que dormes sem roupa,
Aí mesmo, a essa hora,
Chegarei como quem devora
De seus gemidos farei verso
Poesia libertada para ode dos fetiches
Encravada no meio das suas coxas
Chegarei para entre suas pernas
Dar destino a minha boca
Que te molha sem queixas
Voltarei. Chegarei.
Grato por saber que a sua resposta
É a mesma se sempre
Que entre sussurros diz que deixa.
Já que tenho a chave de casa,
Voltarei sem dar aviso
Nem hora marcada
Chegarei entre a noite
E a delícia da madrugada,
Onde sei que dormes sem roupa,
Aí mesmo, a essa hora,
Chegarei como quem devora
De seus gemidos farei verso
Poesia libertada para ode dos fetiches
Encravada no meio das suas coxas
Chegarei para entre suas pernas
Dar destino a minha boca
Que te molha sem queixas
Voltarei. Chegarei.
Grato por saber que a sua resposta
É a mesma se sempre
Que entre sussurros diz que deixa.
11.01.2010
CRESCENTE
Não tem fadiga que tome
O meu olhar.
Ante sua presença,
Que sempre é clara
Feito dia,
A luz da lua marca presença.
Juntando os dois:
Meu olhar e você (reflexo lunar)
Constata-se o estado de antes,
Agora e depois.
Estado natural:
Sempre crescente.
O meu olhar.
Ante sua presença,
Que sempre é clara
Feito dia,
A luz da lua marca presença.
Juntando os dois:
Meu olhar e você (reflexo lunar)
Constata-se o estado de antes,
Agora e depois.
Estado natural:
Sempre crescente.
10.05.2010
9.02.2010
PARABÉNS, CORINTHIANS!
Preto e branco. Uma espécie de indicação de que é assim que se divide o dia, a vida. Claro e escuro. Lado a lado. Assim é.
Assim costuma bater e acompanhar o ritmo do lado esquerdo do peito. Bem alí onde um símbolo guarda, em forma de brasão, toda uma felicidade, revolta, lágrimas, sorrisos...tudo junto e misturado.
Acima desse símbolo, como se no céu estivesse, brilham estrelas em constelação de vitórias. (Na maioria das vezes sofridas). Doce sofrimento de Narciso, refletido no espelho preto e branco das arquibancadas por onde passa.
Nascido do povo, para o povo. O corinthiano não veste uma camisa, nem um manto. O corinthiano se veste de louca poesia. É mesmo um bando de loucos!
Assim costuma bater e acompanhar o ritmo do lado esquerdo do peito. Bem alí onde um símbolo guarda, em forma de brasão, toda uma felicidade, revolta, lágrimas, sorrisos...tudo junto e misturado.
Acima desse símbolo, como se no céu estivesse, brilham estrelas em constelação de vitórias. (Na maioria das vezes sofridas). Doce sofrimento de Narciso, refletido no espelho preto e branco das arquibancadas por onde passa.
Nascido do povo, para o povo. O corinthiano não veste uma camisa, nem um manto. O corinthiano se veste de louca poesia. É mesmo um bando de loucos!
Assinar:
Postagens (Atom)
